HORA CERTA

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Da Pesquisa sobre o Pré-sal

Os alunos dos primeiros e segundos anos do Ensino Médio executaram uma pesquisa sobre o pré-sal e desenvolveram algumas tarefas em todas as disciplinas da grade. A professora Adriana Côrtes, de Língua Portuguesa, solicitou que os alunos fizessem um texto literário e comentassem o que descobriram durante a pesquisa e elaboração de textos. Eis aqui algumas palavras.

Para adriana-hardman@hotmail.com
Pré-sal

No litoral brasileiro. Em alto mar, embaixo de uma grossa camada de sal, existe uma grande quantidade de petróleo.
Um patrimônio nosso, que deve ser explorado com saberia. E devemos saber cuidar dele como um tesouro.

Saulo 1o tst
Feito por: Rosana Pinheiro

Nós brasileiros temos um tesouro embaixo dos mares
Pre-sal é o nome dele. Vem depois de uma camada grossa de sal
e muitos países estão de olho nele,
cabe a nós sabermos usá-lo com consciência.
Quem acredita em Deus diz que ele é brasileiro,
nos deu a maior parte da Amazônia e nos presenteou com
essa grande quantidade desse liquido tão cobiçado pele o mundo todo.
A cada pesquisa aumenta a expectativa de maior quantidade
de Petróleo existente na região (no litoral brasileiro).
Esperamos que as autoridades saibam manusear esse
"presente". E que saiba gastar esse dinheiro com coisas que
ajudem ao nosso país e a nossa sociedade.

Rosana Pinheiro, 1o tst

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Júlio César

Olá queridos colegas e alunos, passei aqui para manifestar minha felicidade em ser mãe. Júlio César é lindo e me trouxe muita alegria. Quero compartilhar com vcs este momento tão especial em minha vida. Ele nasceu no dia 27 de junho às 12:15 na clínica Santa Helena.
Bjos para todos.

Profª Angeline

domingo, 10 de julho de 2011

TRILHA PARA AS CACHOEIRAS DO CALDEIRÃO EM ITABAIANA

Para ver mais fotos e poder ter uma idéia melhor do que perdeu acesse :
http://www.orkut.com.br/Main#AlbumList?uid=17367687531
852879018




segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sobre polêmica da cartilha da Língua

MPF arquiva processo sobre livro com "nós pega"

Obra distribuída pelo MEC causou polêmica por defender erros de concordância na fala

iG São Paulo | 04/07/2011 11:29

Texto:

O Ministério Público Federal (MPF) arquivou o inquérito civil instaurado contra o Ministério da Educação (MEC) para apurar irregularidades na distribuição para turmas de jovens e adultos do livro didático Por uma vida melhor.

O livro causou polêmica porque tem frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença da norma culta e a falada. No texto, a autora da obra defende que os alunos podem falar de “jeito errado”, mas devem atentar para o uso da norma culta, cujas regras precisam ser dominadas.

A revelação dos trechos foi feita pelo iG. Em um capítulo chamado "Escrever é diferente de falar", os autores afirmam que é possível dizer que “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” e que não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.

De acordo com o procurador da República no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira, “não há elementos plausíveis indicativos de que o livro Por uma vida melhor esteja a propagar o ensino errado da língua portuguesa”.

Cerca de 484 mil exemplares da obra foram distribuídos. Desde o início da polêmica, o MEC se negou a recolher o material sob o argumento de que eles não estavam incorretos, mas apresentam o debate sobre as variações linguísticas.

A Academia Brasileira de Letras (ABL) condenou a posição da autora e criticou o MEC por defender o livro. Por causa da polêmica, o ministro Fernando Haddad foi convocado ao Senado para explicar a questão e foi criticado pela oposição.

No pedido de arquivamento do caso, ele defende que a discussão sobre o livro na mídia transmitiu “a ideia de que o livro pudesse ensinar a língua portuguesa de modo errado aos estudantes, quando, na verdade, o Ministério da Educação propôs à sociedade a introdução e reflexão acerca da linguística”.

O procurador argumentou que “o estudo do comportamento da língua, pelo contrário, reafirma o papel social do Estado em fomentar o respeito à dignidade da pessoa humana e afastar preconceitos, entre os quais o linguístico, que, como comprovado pelas recentes publicações jornalísticas, infelizmente ainda existe no nosso meio”.

* Com Agência Brasil